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O Programa Universidade Para Todos (Prouni), que está com inscrições abertas, oferece bolsas de estudo parciais e integrais em instituições de ensino particulares. De todas as faculdades participantes, 120 delas oferecem o curso de medicina – com mensalidades que variam de R$ 4.781,25 a R$ 9.999,99.
Nas bolsas de estudo parciais, o aluno precisa pagar 50% da mensalidade. Têm direito a elas aqueles candidatos cuja renda familiar per capita for de até 3 salários mínimos. De acordo com o levantamento do G1, justamente nesses cursos, em que apenas metade da mensalidade é gratuita, estão as graduações mais caras.
A Universidade Cidade de São Paulo (Unicid), por exemplo, tem a segunda mensalidade mais alta entre as faculdades de medicina do Prouni: R$ 9.715,61. No caso dessa instituição, há 7 vagas para bolsas integrais (sendo 2 de cotas) e 16 parciais (10 em ampla concorrência e 6 para cotas). Nestas últimas, o valor da mensalidade passa a ser metade do valor: o equivalente a R$ 4.857,805.
Ou seja: o estudante precisa viver em um lar cuja renda por pessoa seja de até R$ 2.862,00 (3 salários mínimos) para participar de um processo seletivo e entrar em uma universidade pagando quase R$ 5 mil.
Ranking das mais caras
O valor médio das mensalidades dos cursos de medicina no Prouni é de R$ 7.184,12. Das 120 universidades que ofertam essa graduação, 9 custam entre R$ 9 mil e R$ 10 mil. Nesse grupo, são 33 bolsas parciais (16 para cotas e 17 para ampla concorrência), em que os candidatos precisam pagar metade da mensalidade.
A universidade mais cara é a Anhanguera (Uniderp), em Campo Grande (MS): são 14 bolsas de estudo integrais para a ampla concorrência e 15 para cotas (autodeclarados pretos, pardos e indígenas e pessoas com deficiência). Os aprovados para essas vagas deixam de pagar os quase R$ 10 mil mensais cobrados.
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