Eles pedem 22,22% de reajuste e cumprimento de acordo com governo.
Ilegalidade do movimento e corte de ponto dos grevistas já foi decretado.
Os professores estaduais da Bahia, em greve há 16 dias, realizaram assembleia na manhã desta sexta-feira (27) e decidiram continuar a paralisação. Eles permanecem na Assembleia Legislativa, no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador, onde estão acampados há mais de uma semana. Depois do encontro, os grevistas seguiram em caminhada até o prédio da Governadoria, ainda no CAB, para entregar documento que solicita audiência com o governador Jaques Wagner.
Professores enfrentam o 16° dia de greveA greve já foi considerada ilegal pela Justiça e o governo já disse que vai cortar o ponto dos grevistas, caso eles não voltem ao serviço. O departamento jurídico do sindicato da categoria (APLB) deu entrada em uma ação com pedido de liminar à Justiça na tentativa de derrubar a ordem que impõe multa diária de R$ 50 mil até encerramento da greve. Segundo o presidente do sindicato da categoria, Rui Oliveira, se houver corte dos salários, os professores não vão repor as aulas perdidas durante a paralisação.
O Ministério Público fez uma reunião na quinta-feira (24) e se colocou à disposição para mediar o impasse entre a categoria e o governo. Enquanto o impasse continua, mais de um milhão de alunos estão sem aulas.
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